Automação de processo
A tarefa que alguém repete toda manhã, como passar pedido de um sistema pro outro ou conferir pagamento no extrato, passa a rodar sozinha.
Pra etapa da operação que hoje depende de alguém copiando dado de uma tela pra outra. A gente escreve a automação ou o software que faz isso sozinho.
A gente não vende pacote fechado antes de ver a operação. Quem orça sem olhar está orçando o sistema que já tem pronto na gaveta. Primeiro a gente senta com quem usa e acha o passo que trava. O preço vem depois. Projeta, não improvisa.
Qual dos quatro é o seu, a gente descobre no diagnóstico. Se uma automação pequena resolve, é o que vai.
A tarefa que alguém repete toda manhã, como passar pedido de um sistema pro outro ou conferir pagamento no extrato, passa a rodar sozinha.
Os sistemas que a empresa já usa passam a trocar dado entre si. Acaba a exportação manual e a dúvida sobre qual número está certo.
Os números da operação numa tela só, atualizados sozinhos e do jeito que a sua equipe decide. Vendas, custo, estoque, produção ou o que for a sua régua, sem depender de relatório montado à mão.
Quando nenhuma das três anteriores dá conta, a gente escreve o sistema. Começa pelo menor pedaço que já tira a dor e cresce conforme a sua equipe usa e pede.
Antes de qualquer linha de código, a gente descobre quanto aquele gargalo custa por semana.
A conversa é com quem faz a tarefa, além de quem assina. A gente conta as horas, os erros e o retrabalho que ela gera. Tem ideia de software que morre nessa etapa, e é melhor morrer aqui do que depois da primeira fatura.
O menor pedaço que já tira a dor. Funcionalidade "pra depois" fica fora da primeira versão, e é isso que deixa o projeto terminar.
Resolveu o caso principal, vai pra rotina da sua equipe. Demonstração que ninguém usa não ensina nada.
O dia a dia acha o que o teste deixou passar. O que quebra é reescrito. O que aguenta vira base.
Resolvida a dor que motivou o projeto, quem escreveu o código continua mexendo nele conforme a operação muda. Ninguém precisa explicar o sistema de novo pra outra pessoa.
Falar com quem constrói →Portfólio mostra tela. A prova aqui é a nossa própria operação de mídia, que roda todo dia sobre software escrito dentro de casa.
Contas de anúncio, domínios e a estrutura das campanhas são geridos por um sistema nosso. O que era uma sequência de cliques em vários painéis virou um comando.
O controle financeiro da empresa morava numa planilha. Hoje roda num aplicativo que a gente escreveu, com a conta da empresa e a pessoal separadas e lidas no mesmo lugar.
A busca por empresa, a lista e o acompanhamento de cada contato ficam num CRM que a gente construiu. É o mesmo tipo de sistema que a gente monta pra cliente.
Tudo isso trabalha em contas que gastam dinheiro de verdade no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa. Quando um sistema nosso falha, quem perde primeiro é a gente.
Prazo e preço saem depois do diagnóstico. Pacote fechado antes de entender o problema a gente não vende.
Qual tarefa, quanto tempo ela come por semana e o que vocês já tentaram. Se foi planilha, sistema contratado ou freelancer, conta também: saber por que não deu certo encurta a conversa. Quem responde é quem vai construir, sem gerente de conta no meio.