Google Ads e Meta Ads medidos direito
A conversão é configurada antes da primeira verba. Pixel que conta a mesma venda duas vezes, ou que nunca vê a venda fechada no WhatsApp, ensina o algoritmo errado. E você paga pela aula.
Tráfego pago pra empresa que já vende e quer saber de onde veio cada cliente. Até a venda fechada no atendimento chega com a origem marcada.
Quem já contratou gestão de tráfego conhece o relatório: clique barato, custo por lead caindo mês a mês. E o faturamento parado no mesmo lugar. A gente aprendeu a medir pagando a própria mídia, onde campanha que não vira venda sai do orçamento na semana seguinte. Por isso o número que importa aqui é o que sobra depois de pagar o anúncio.
Mídia, página, tracking e CRM saem da mesma equipe. Quando a conversão some, ninguém empurra o problema pra outro fornecedor.
A conversão é configurada antes da primeira verba. Pixel que conta a mesma venda duas vezes, ou que nunca vê a venda fechada no WhatsApp, ensina o algoritmo errado. E você paga pela aula.
Escrita e montada aqui dentro, pro anúncio que vai rodar. Nada de tema comprado com o seu logo em cima. Leve no celular, que é onde o seu cliente clica.
Lead que cai numa planilha esfria até alguém lembrar dele. A gente implanta o CRM e o follow-up automático, e monta a mensagem que faz quem já comprou voltar. A verba continua rendendo depois do clique.
Quanto custa trazer um cliente e quanto ele deixa ao longo do tempo, olhados pela mesma equipe. É essa conta que diz quanto dá pra pagar por venda sem perder dinheiro.
Campanha só sobe depois que a medição está de pé. Sem ela, cada real a mais de verba é aposta.
A gente olha o que já roda: o histórico das campanhas, o que está sendo contado como conversão e o que o tracking deixa escapar. Tem conta que melhora só de parar de medir errado, antes de receber um real a mais.
Cada venda contada uma vez só, e o lead do WhatsApp chegando com a origem marcada. Daqui pra frente, verba se decide com número que fecha com o financeiro.
Campanha separada por intenção de compra e criativo que sobe com a hipótese escrita do lado. Sabendo o que foi testado, dá pra saber o que se aprendeu.
Orçamento só aumenta quando o custo por venda aguenta. Toda semana a gente lê a conta e tira dinheiro do que não se pagou.
Com a aquisição estável, o trabalho passa a ser margem: cliente antigo voltando a comprar, dentro do mesmo CRM.
Falar com quem opera →Funciona quando a oferta já vende sem anúncio e tem gente pra atender o volume que vier. Se ainda não é o caso, a conversa começa antes da mídia. SEO e rede social orgânica a gente não faz.
Serviço, saúde, educação, B2B. Lead chegando todo mês pra quem já sabe fechar no telefone ou no WhatsApp.
Anúncio + CRMPra quem quer a marca aparecendo sem deixar o custo por venda escapar. As duas coisas na mesma conta, lidas juntas.
Aquisição + recompraFeed, remarketing e recompra, pra loja cuja margem aguenta pagar mídia. Quando a conta não fecha, a gente avisa antes de começar.
Feed + recompraQuanto investe por mês, em qual canal e quanto custa cada venda hoje. Se não souber o último, manda assim mesmo: é por ele que a gente começa. Quem responde é quem vai operar.
Campanha que a gente não rodaria com o próprio dinheiro não sobe na sua conta. Projeta, não improvisa.